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Gratiano de Veronese é a cria mais jovem do Antediluviano Lasombra, e também aquele que supostamente cometeu diablerie sobre o progenitor do clã. Nas noites modernas, Gratiano assumiu a posição de Arcebispo do Rio de Janeiro.

BiografiaEditar

Nascido na próspera à família De Veronese da Itália, Gratiano conheceu todas as vantagens de um nascimento nobre e mostrou a arrogância requerida e crueldade básica em tenra idade. Realmente, as poucas tentativas de seu pai para restringir a arrogância e orgulho do menino só o conduziu a mais hostilidade e raiva. Ainda, a ambição e realizações de Gratiano agradaram a seu pai; ele rapidamente se distinguiu na guerra, comércio e políticas. Entrando no sacerdócio como um adolescente, ele também brandiu bem este poder, e buscou um bispado apesar de ainda ter menos de vinte anos.

O começo do século XII era um tempo curioso de Papas e Anti-Papas; de guerras santas dentro da Cristandade; da nação italiana que comercializava felizmente com a nação alemã, invadindo-a. Gratiano lutou com toda a sua significativa força e poder para manter a Itália forte, sabendo que sua origem unia seu poder a isso. Assim ele usou tratados, acordos de comércio e tropas como armas contra o Santo Império Romano.

Mas parecia que nada poderia parar a maré de infinitas invasões. Como os exércitos do Império chegaram muito perto para tomar o Papado de Roma, os italianos buscaram desesperadamente uma nova estratégia.

Entre grandes esperanças de paz (e glória), o jovem Gratiano embarcou em uma série de missões diplomáticas à corte do Santo Imperador Romano negociar uma maior autonomia. Depois de meses de pechincha fútil, porém, ele percebeu a falsidade de seus compatriotas nas negociações.

Que eles o mandaram, ele de todas as pessoas, apenas para protelar, era insuportável ao jovem homem ambicioso. Sua amargura cresceu enquanto ele via a ofuscante riqueza do corte do Imperador, e ele, lentamente,começou a adotar costumes alemães. Isto, juntamente com a falta sua investidura, começou a cortar seus laços com sua terra natal.

Um nobre alemão notou rapidamente o descontentamento de Gratiano e começou a trabalhar nele. Resumindo, o patriota italiano concordou em trair seu País e seu povo em troca de uma propriedade alemã e a entrada no clero do Santo Império Romano. Ele manipulou o patriarca ancião da sua família para transferir um valioso território para o controle do Santo Império Romano, e pôs a base para colocar fronteiras nas cidades italianas do norte.

Seu regozijo em quão bem o plano pegou sua família desprotegida não conheceu limites, e sua felicidade teria sido completa se não fosse a intervenção de um vampiro ancestral.

AbraçoEditar

A fundamental traição de Gratiano contra sua própria família chamou a atenção do fundador do Clã Lasombra. Embora há muito tempo separado do mundo mortal, o fundador ainda manipulava secretamente os políticos italianos. A astúcia e a malícia de Gratiano o impressionaram tanto que ele decidiu trazer o nobre para sua família vampírica.

Lasombra acreditava fervorosamente que sua progênie não deveria ser levada a força, mas apenas ser Abraçada quando quisessem tão apaixonadamente e desesperadamente uma existencia vampírica como desejaram suas próximas respirações. Ele acreditava, como fazem muitos outros Cainitas, que essses laços de verdadeira lealdade é muito mais forte que as amarras sobrenaturais do Sangue.

Assim, antes que Gratiano pudesse saborear sua propriedade alemã, Lasombra arranjou para que ele voltasse a Verona para acertar os detalhes finais do acordo. O jovem homem temeu um retorno às onze horas, para o povo ele os havia traido, mas sabia que todo seu trabalho dependia disto.

Em sua chegada, ele encontrou sua família o esperando com algema. Eles o emboscaram, bateram e o colocaram sob prisão domiciliar. Quando os exércitos do Santo Império Romano não vieram liberta-lo, ele começou se desesperar de que todos os seus planos não tinham dado em nada.

Lasombra ergueu-se de seu sono profundo para fazer uma visita noturna ao jovem homem preso. Atravessando as paredes da cela, o intimidante Antediluviano ofereceu-se para interceder pelo jovem atordoado em troca de lealdade absoluta. Para sua surpresa, Gratiano não aceitou a oferta, e mostrou ceticismo sobre unir-se ao misterioso Lasombra. Ele já tinha planos para sua própria liberação, e sentia-se confiante de que seu charme pessoal ganharia o dia em uma batalha contra sua fraca família.

Ainda, as dúvidas de Gratiano foram suavizadas pela presença contínua do vampiro ancestral, e eventualmente Gratiano aceitaria, vendo um caminho certo para a segurança e o poder. Como o Antediluviano congratulou-se por uma magnífica sua linhagem, Gratiano começou a procurar modos para tomar o lugar de seu senhor. Ele certamente pensou que aquele Lasombra estava procurando um filho entusiástico e ansioso, assim ele fingiu uma grande exibição de entusiasmo e lealdade.

A inteligência de Gratiano enganou totalmente o Antediluviano, mas a criança mais velha do vampiro ancestral, Montano, não era tão facilmente enganada. Montano, um guerreiro poderoso e líder do Corpo de elite Vitória dos Lasombra, notou a duplicidade do jovem homem. Ele advertiu seu senhor sobre seus medos, mas Lasombra zombou, enquanto acusava o leal Montano de grande ciúme para com seu irmão mais novo.

Durante anos Gratiano parecia cumprir as esperanças do Antediluviano. Quando o mestre estava por perto, ele era uma leal e bajuladora cria. Quando ele estava longe de seu senhor, testou constantemente as limitações práticas de seu laço. Lasombra sentiu-se aliviado depois de conquistar um novo filho, e nunca suspeitou da infidelidade de Gratiano, especialmente depois que Montano o convenceu a assegurar a lealdade do italiano com um Laço de Sangue. Ele nunca suspeitou que Gratiano foi o último filho teria.

Não-VidaEditar

O jovem nobre trocou o precário mundo da intriga italiana pelo feroz mundo da política vampírica. Durante os séculos seguintes, ele aprendeu os modos da Família e tornou-se adepto dos estratagemas que eles usavam uns contra os outros. Ele também bridou ao rígido sistema de status prendendo Montano e as outras canções Lasombra acima dele em uma fixa e imutavel hierarquia.

Sua ousadia o tinha elevado ao poder no mundo mortal, mas agora ele se encontrou em um mundo frio onde a amplitude da vida era medida em milênios e ascensões rápidas eram impossíveis. Ele quis respeito imediato e odiou o pensamento de que havia muitos séculos de status para ganhar. Seu ódio foi alimentado mais tarde pelos sucessos de Montano, que desfrutava de grande popularidade na corte italiana e vitórias militares no esterior. Gratiano continuou fazendo lhe foi dito, mas seu coração ardeu mais uma vez com o veneno da traição.

O movimento de anarquista veio para a Itália sorrateiramente, em um momento conhecido e com intimações sutis. Os intolerantes e medrosos anciões destruíram os poucos e bravos jovens profetas que pregavam o credo anárquico, mas o movimento queimou com mais luz a cada tentativa sufoca-lo. Sob da liderança de Montano, o Clã Lasombra mostrou-se um perito esperiente em debandar e esmagar anarquistas. O único lugar em que eles não pensaram olhar foi em casa.

Quando os anarquistas flertaram com a progênie Lasombra, Montano e a outra criança os pegaram e mataram. Porque Gratiano era o mais recente das criações do Antediluviano, os anarquistas selecionaram-no para tentações especiais. Publicamente ele os combateu, mas secretamente ele buscou sua atenção. Quando ele aprendeu que eles poderiam quebrar o constrangedor poder do Laço de Sangue, concordou em se unir. Em um escuro ritual secreto, ele compartilhou o sangue de doze anarquistas e livrou-se do laço com seu mestre.

O recentemente liberto Gratiano engendrou um plano sinistro para matar seu senhor. Ele trouxe anarquistas especialmente dispensáveis ante o conselho Lasombra na Sicília, reivindicando sua captura escondendo-os no palácio Lasombra. Os anciões, sondaram as mentes dos anarquistas e descobriram Montano, o filho primogênito de Lasombra, trazendo-os para matar os outros irmãos. Estas imagens, plantadas nas mentes dos anarquistas por aliados Assamitas, dividiram a corte. Alguns Lasombras clamaram pelo sangue de Montano. Outros chamaram-nas de um truque barato dos anarquistas e insistiram que Montano era inocente. Enquanto seu mestre dormia, eles escolheram lados e laçaram-se em uma disputa sangrenta. Só Montano se recusou a participar.

No ápice da suspeita e do caos, os anarquistas atacaram. O debilitado Clã Lasombra cambalearam sob o impacto da fúria total dos anarquistas europeus, ajudados pelos Assamitas e anarquistas Lasombra como Gratiano. O Clã ruiu como um castelo de cartas, e um poderoso líder anarquista atacou, derrotou e bebeu o sangue do fundador Lasombra. Só Montano e um punhado de outros sobreviveram à destruição absoluta.

Gratiano predisse que os outros Clãs cairiam tão facilmente quanto o seu próprio, e ajudou a moldar a energia desordenada dos anarquistas no Sabá. Sossegado pela destruição dos Lasombra, porém, os outros anciões uniram suas casas à Camarilla e apresentaram uma frente unificada contra sua progênie rebelde. Eles derrotaram os Assamitas, e enfrentam o Sabá até hoje.

Gratiano, agora Arcebispo do Sabá, trabalha para arruinar a Camarilla. Por manobras políticas, corrupção de neófitos da Camarilla e violência gratuita, ele e os outros líderes do Sabá enfrentam seus antigos inimigos de cidade em cidade. Embora ele não atinja vitórias mais expressivas como o único sobre seu senhor, ele está contente em reger uma força incontrolável de anarquistas.

O arrogante nobre italiano preside sobre sua corte do Sabá com um desdém que só é menor que seu desprezo. Os selvagens e revoltosos anarquistas o fazem lembrar dos pobres camponeses com quem ele evitou associar-se durante sua vida humana. Ele anseia por companhia elevada, civilizada, mas sabe que seu destino requere sócios menos nobres. Ainda, que como um dos seus vigiados ídolos, melhor reger no inferno que servir no paraíso.

ReferênciasEditar

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