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Drácula, também conhecido como Vlad III ou Vlad Tepes (o Empalador), é um poderoso Tzimisce de 5ª geração. Durante sua vida mortal, ele foi um príncipe engenhoso e cruel da Valáquia; No final da vida, ele forçou ou persuadiu o vampiro Lambach Ruthven a abraçá-lo, e desde então trabalha nas sombras da sociedade dos Membros. Dono da lendária Espada de Drácula, seu carniçal favorito foi o advogado britânico Renfield.

BiografiaEditar

Nenhuma história de horror nos gela a espinha como o mito de Drácula. Tudo que nós consideramos mau, perverso e horrivelmente sedutor espreita atrás de seu porte real e de seu sorriso com presas. A maioria das pessoas pensa que o vampiro Drácula só existiu em ficção. Muito poucos sabem que ele era um principe de carne e sangue reais que reinou na Transilvânia durante a era das Cruzadas, e que ele acabou com a vida de cem mil pessoas. Mais poucos ainda estão cientes de sua existência continuada, ou que ele brande um poder maior na não-vida do que ele já tenha tido em vida.

Para pessoas primitivas, Drácula é uma fábula aterrorizante usada para aterrorizar e disciplinar as crianças. Para pessoas civilizadas, é um entretenimento barato usado para assustar e excitar adultos. A poucas pessoas familiares com a vida histórica do enigmático príncipe Vlad Drácula zombam da possibilidade dele ter sido um vampiro. Mesmo alguns dos outros vampiros consideram Drácula uma mera fábula. E é exatamente o jeito que Drácula gosta. Ele esconde-se à plena vista.

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A lenda de Drácula é realmente assustadora. Testemunhas o chamaram Vlad Tepes, ou Vlad o Empalador, acusaram-no de matar dezenas de milhares de pessoas inocentes em execuções públicas durante a Alta Idade Média. Relatos de suas atrocidades apareceram na Rússia, Turquia, Alemanha, Hungria e sua terra natal Romênia. Pessoas supersticiosas por todo mundo comentam sua sede de sangue, sua predileção por mortes lentas, por beber sangue, e o humor macabro com que o príncipe fazia suas execuções. É tudo verdade, exceto por um pequeno detalhe: tudo isto ocorreu antes dele virar um vampiro.

O resto da lenda é fato. O príncipe da Valáquia cruelmente torturou e empalou milhares de pessoas durante seu sangrento reino nas terras próximas a Transilvânia. Depois de sua morte, tornou-se um dos maiores e mais influentes de todos os vampiros. Na verdade, ele ousou desafiar a supremacia dos antediluvianos, tornando-se seu potente inimigo. Poucos vampiros além de Drácula foram membros da Camarilla, Sabá, e o misterioso Inconnu.

Apesar de para os estrangeiros Drácula ter sido o mais vil e carniceiro príncipe, seu povo, os Romenos, ainda falam dele com reverência, dizendo ser ele um homem de grande honra. Estudiosos zombam disto, dizendo que Vlad tinha a mesma chance de empalar vilas inteiras de seu povo e de torturar os Turcos contra quem ele lutava. Os poucos mortais ou vampiros que falaram com Drácula apresentam o mesmo respeito, espalhando palavra de sua grande honra e conduta ética.

Para entender estas contradições, devemos olhar para os tempos em que Drácula governou como príncipe e como um vampiro poderoso. Devemos examinar os sacrifícios necessários para proteger uma pequena nação presa entre dois colossais impérios inimigos, e os sacrifícios necessários para proteger um pequeno planeta preso nos punhos de um mal poderoso, antigo e invisível. Açougueiro sanguinário ou cavalheiro honrado? Ou ambos?

A vida, morte, pós-vida e motivações antigas e novas de Vlad estavam envoltas em mistério. Até agora. Jogamos alguma luz em sua tumba.

Conto do DragãoEditar

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Príncipe Vlad Drácula, segundo filho de Vlad Dracul, governou o reino da Valáquia ao sul da Transilvânia (agora conhecida como Romênia) durante o século XV. O Imperador Sigismundo do Sacro Império Romano Germânico, conferiu tanto ao pai quanto ao filho a honra de serem membros na organização secreta, monástica e militar, chamada a Ordem do Dragão. Esta sociedade deu ao Vlad pai o nome Dracul (romeno para Dragão) e deu a ele a obrigação de lutar contra os inimigos da Igreja, naturais e sobrenaturais. Vlad chamou seus filhos de Drácula: filho do Dragão ou pequeno Dragão. Somente mais tarde em sua vida o jovem Vlad tornou-se Tepes, o Empalador.

Naqueles tempos somente os frágeis estados da Sérvia, Bulgária e Transilvânia ficavam entre o Sacro Império Romano Cristão para o norte e leste e o Império Islâmico Otomano para sul e oeste. A vida nesta vulnerável “terra de ninguém” era sempre perigosa e mais que um pouco esquizofrênica. Os sultões Turcos constantemente pressionavam os governantes da Transilvânia para converter-se para o Islamismo, enquanto os reis Cristãos exigiam que a Transilvânia defendesse a fé e agisse como um muro de fogo contra os inimigos do sul.

Medo, instabilidade e violência constante enchiam este frágil reino enquanto ambos os reinos usavam traição, assassinato, e conquista pura para pegar para si a terra estrategicamente vital. Governantes da Valáquia constantemente enfrentavam opções ruins, e situações em que não podiam ganhar nada. Para piorar, a pequena nação fazia borda com a terra Cristã Ortodoxa à leste e a Católica à oeste, e muitas vezes sentia o calor do feudo entre as duas facções Cristãs rivais. Os nobres boyares locais agarravam-se tenazmente ao poder na Valáquia, e constantemente cortavam a autoridade tradicional do príncipe. Enquanto isso, todas essas forças estavam no fogo cruzado de várias guerras ocultas lutadas por clãs vampíricos, que usavam nobres, clero, príncipes, reis e nações como peões. Poucos príncipes duravam muito aqui. No século XV, a Transilvânia era um caldeirão fervendo, pronto para transbordar em fúria.

O avô de Vlad, Mircea o Grande, governou a Valáquia como Príncipe e Voivode (lorde da guerra) por recordes trinta e dois anos. Contra todas as chances, contra os desejos dos boyars, ele repeliu os poderosos invasores turcos unificando seu povo e construindo uma cadeia de fortalezas estrategicamente colocadas por toda Romênia. Agindo segundo a informação da misteriosa vampira Durga Syn, ele encontrou e destruiu alguns vampiros anarquistas do Clã Tzimisce que estavam aterrorizando seu povo.

Enquanto a Sérvia e a Bulgária começaram a cair ante os Turcos, ele pediu ao poderoso Sacro Império Romano para enviar cruzados. Entretanto, as pequenas forças que os Cristãos mandaram eram inexperientes e recusavam-se a aceitar conselhos de Mircea e suas legiões experientes. Sérvia e Bulgária caíram, e os Cristãos sofreram perdas tão catastróficas que o Sacro Imperador Romano desistiu de proteger sua borda sul, focando seus recursos em lutar com a Europa ocidental.

Mircea tenazmente continuou a luta sozinho, e manteve seu trono sem a ajuda do Império que ele defendia. No fim, ele foi forçado a pagar tributo ao Sultão, mas ainda assim reteve sua religião, poder, trono e terras.

Após a morte de Mircea, a difícil tarefa de governar a Valáquia caiu sobre Vlad Dracul, pai de Drácula. Dracul subiu ao poder em uma terra abandonada pelos Cristãos e submetida a constantes ataques dos turcos. Ele foi obrigado a despender grande tempo e energia negociando com os nobres boyars enquanto eles manobravam para adquirir mais poder. Ele também lançou guerra aos vampiros Tzimisce, tirando-os de seus lares secretos e empalando-os. Ele recebeu algum apoio dos membros da Ordem do Dragão, como também de Durga Syn, mas a Europa complacentemente ignorou os reinos “menos civilizados” em sua borda extrema.

O representante oficial do Sacro Império Romano na área era o regente Húngaro John Hunyadi. Apesar de entrar para as cruzadas mais pelo dinheiro do que pelos ideais, os Europeus o consideravam o maior cruzado da época, e ele controlava os recursos europeus na guerra contra os turcos. Hunyadi não gostava do governante Valaquiano, e queria colocar sua própria marionete no trono de Vlad Dracul. Assim, enquanto ele prometeu apoiar o príncipe Valaquiano, Hunyadi não fez nada, deixando Dracul sozinho enquanto os turcos tomavam as fortalezas de Mircea uma por uma.

Os exércitos do Sultão Murad II fecharam suas presas entorno da Transilvânia, brutalmente exterminando todos as pessoas que encontravam. Estando sozinho contra os muçulmanos que ele jurara destruir, o pai de Drácula fez um pacto com os turcos. Desejando poupar seu povo de mais destruição, Dracul concordou em ajudar a conquistar seu próprio povo. Ele e o jovem Drácula cavalgaram com os turcos enquanto eles massacravam, pilhavam e queimavam o caminho por dentro da Valáquia.

Mas Dracul enganou o Sultão, atacando as áreas menos leais da Transilvânia, e permitindo ao povo se render ao invés de serem carregados para serem escravos dos turcos. Enquanto prendia uma grande parte do exército em missões sem sentido contra pequenas vilas, Vlad secretamente dirigiu seu filho mais velho, Mircea o Jovem, para liderar ataques relâmpagos contra importantes posições turcas, readquirindo uma linha inteira de vitais fortalezas construídas por seu avô.

Como os ataques turcos às vilas deixavam a Valáquia mais firmemente sob controle cristão do que antes, o Sultão começou a questionar a lealdade de Vlad Dracul. Em 1444, ele convocou o Rei e seus três filhos para gozarem da hospitalidade de sua corte. Vlad farejou uma armadilha, mas sentiu que poderia enganar o Sultão. Deixou Mircea, seu filho mais velho, em casa, para governar caso ele fosse executado.

Como Dracul suspeitou, o Sultão emboscou-o e aos seus dois filhos, e levou-os prisioneiros. Ele então permitiu que Vlad partisse, mas manteve seus dois filhos prisioneiros para assegurar a lealdade do rei. Drácula tinha apenas onze anos.

Durante esse tempo, o maior dos Cruzados Cristãos tinha feito muito pouco. O Papa e o povo da Europa exigiam que ele organizasse as forças cristãs. Mas ao invés de sentir-se feliz com as reconquistas da Valáquia, Hunyadi via as vitórias de Dracul apontando dolorosamente sua própria inação. Quando não pôde mais agüentar a pressão, planejou uma grande Cruzada.

Hunyadi juntou um exército que ele julgou suficiente e deixou a segurança do castelo Hunedoara para montar a Campanha de Varna. Entretanto, quando ele chegou com suas tropas a Valáquia, Dracul advertiu-o que o Sultão estava em superioridade numérica.

Mas não seguindo seu próprio conselho, Dracul enviou seu filho Mircea junto com Hunyadi, comandando cinco mil tropas. Apesar das brilhantes táticas de Mircea (incluindo o primeiro uso de um canhão pela Romênia), os cristãos foram chacinados.

Mircea ajudou o ferido Hunyadi a bater em retirada, mas exigiu que ele fosse responsabilizado por sua falha tática. As cortes concordaram e o sentenciaram à morte. Mas Hunyadi usou suas conexões para revogar a sentença. Ele contatou o primo de Dracul, Vladislav II da família Danesti, e prometeu fazer-lhe príncipe da Valáquia se matasse Dracul.

Vladislav falhou até que os Tzimisce ofereceram ajuda. Usando seus poderes sobrenaturais, eles caçaram Mircea e o enterraram vivo, mas Dracul conseguiu escapar o suficiente para deixar um legado secreto.

Ele juntou seu medalhão da Ordem do Dragão, sua espada Toledo dada pelo Imperador Sigismundo e uma carta, e entregou a um servo leal, e ordenou que tudo fosse entregue a Drácula. Horas depois, Vlad Dracul encontrou a morte nas mãos dos assassinos Tzimisce, que colocaram Vladislav no poder, acreditando que a família de Mircea, o Grande, estava exterminada.

Estirpe do DragãoEditar

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O assassinato covarde do sábio e ousado Voivode chocou o mundo cristão, mas o Sultão recebeu as novas em júbilo. Hunyadi matara o único governante que conseguiu engana-lo, e colocou outro fraco e incompetente no lugar.

No caso de Vladislav mostrar alguma determinação, o Sultão Murad começou a educar os herdeiros de Dracul para serem governantes marionetes. Fez com que alguns dos maiores estudiosos no mundo educassem os garotos em assuntos de estado, ciências, línguas, táticas de batalha turcas e filosofia grega antiga. Vlad Drácula estava especialmente impressionado com a filosofia dos Cínicos, que diziam que a conduta humana era movida somente pelo interesse próprio. Aprendeu os caminhos dos Sofistas e outros místicos no mundo árabe, que ensinavam o ponto de vista oposto.

Sua posição única na corte deu a ele o ponto de vista ideal para acessar a política do Império Otomano e determinar quem realmente governava a terra. Viu como poderosos vampiros do Clã Assamita manipulavam homens fracos e controlavam os importantes assuntos de estado. Somente sábios místicos pareciam entender a extensão da influência do Clã de vampiros.

Os estudos sustentaram Drácula em sua provação, captura e abandono. Ele recusou-se a se juntar à causa do Sultão, e rotineiramente aterrorizava seus captores, que eram proibidos de puni-lo. Já seu irmão mais novo, Radu, gostava da opulência de sua prisão. Ele adorava os refinamentos da corte do sultão e tornou-se muito turco na aparência. Ele especialmente gostava do harém real, considerado uma extravagância no mundo cristão.

Apesar de que Radu tornar-se-ia um governante mais subserviente, o sultão decidiu que para reconquistar a Valáquia precisaria da ferocidade e a forte liderança de Drácula. Ele enviou o príncipe de vinte anos junto com um exército, e foi vitorioso contra o usurpador e subiu ao trono em 1448, governando como uma marionete islâmica. Logo ele foi informado que os assassinos de Hunyadi foram enviados para mata-lo. Apenas dois meses depois de assumir o trono, Drácula fugiu para a Moldávia, onde conseguiu asilo com parentes nobres. Hunyadi colocou sua marionete de volta no trono, enquanto Drácula continuou seus estudos sob a tutela de sábios monges cristãos. Isto expôs Drácula à cultura humanista do Renascimento, e aos segredos dos místicos cristãos.

Durante seu auto-imposto exílio, Drácula foi encontrado pelo leal servo de seu pai, que lhe entregou o medalhão, a espada e a carta. A última revelava muitos segredos para governar o estado Valaquiano, incluindo informação vital sobre cristãos, ciganos, muçulmanos e Tzimisce. A carta até revelava a localização de lares de Vampiros e como enfrenta-los.

Dracul escreveu: “Aconselhe-se com a vampira Durga Syn. Somente ela, entre os filhos do demônio, ama a terra como eu amei. Não se curve aos boyars, aos muçulmanos ou aos Tzimisce, pois nenhum deles tem amor por você. Resista a todos, e jogue uns contra os outros pelo bem do seu povo. Ascender ao trono da Valáquia é ascender à Cruz. Aqueles que não aceitam o sacrifício acham apenas tortura.”

“Apesar da grande agonia que senti em trair meus filhos para o sultão, eu sacrifiquei você e seu irmão pelo Trono que é a Cruz. Se não usar sua família dessa forma, o Trono irá destruí-lo. Mas se você entender porque isto foi feito, e feito sem remorso, você irá suceder no Trono dos Espinhos. E se aceitar sacrificar tudo que tem, tudo que é, e tudo no que acredita para a Cruz, então sua vida durará para sempre.”

A carta instruía Vlad, dizendo que se purificasse, aliasse-se com alguém poderoso, e retomasse seu trono. Vlad jurou pelas relíquias que assim o faria, e vingaria a morte de seu pai.

Enquanto isso na Valáquia, Vladislav II, não estando preparado para as dificuldades de governar o pequeno reino na borda do Império Cristão, ia mal. Alguns anos de pressão do Sultão e ele quebrou como um ovo, e mudou de marionete cristã para vassalo pró–turcos. Até os boyars locais passavam por cima dele, conseguindo mais poder do que lhes era devido.

Enquanto o mundo cristão ficava insatisfeito com o governante da Valáquia, Drácula assumiu um risco digno de seu pai. Ele deixou o pacífico asilo na Moldávia e lutou para chegar até o castelo Hunedoara. Ele sobreviveu a emboscadas e assassinos para chegar à corte do mais poderoso líder cristão da região. Para o choque do mundo cristão, Drácula jurou sua lealdade a John Hunyadi, o assassino de seu pai.

A manobra arriscada de Vlad valeu muito à pena. Sua coragem e ousadia impressionaram a tímida corte de Hunyadi como nada até então. As falhas do já velho Hunyadi lhe custaram a regência da Hungria, e ele necessitava muito de seguidores fortes. Ele queria um servo corajoso mais do que queria vingança sobre a família Dracul, então ele acolheu o jovem príncipe e ensinou-o as técnicas de guerra ocidentais e táticas antiturcos.

Drácula aprendeu três importantes segredos durante sua tutela na corte de Hunyadi. Ele aprendeu as táticas de guerrilha “bate-e-foge” dos hereges protestantes, e também as técnicas de construir veículos blindados de combate, cujo uso em combate lembra o uso moderno dos tanques. Drácula, um expert em táticas de batalha islâmicas, absorveu o conhecimento dessas duas estratégias dos cruzados.

O terceiro segredo foi a informação sobre os vampiros imortais que controlavam muito do destino dos mortais. Em conversas secretas com os ciganos e hereges capturados, aprendeu sobre os costumes e poderes do Clã Tzimisce. Os cruzados achavam que era pura superstição, mas Vlad confiava nas palavras de seu pai. Aprendeu tudo o que pôde das recém formadas Camarilla e Sabá com os velhos sábios Romenos.

Fez várias peregrinações pelo mundo em busca de conhecimento sobre os vampiros, e depois foi até a capela da Ordem do Dragão na fortaleza imperial em Nuremberg. Ele juntou-se aos outros vinte e três membros do círculo interno, jurando proteger a Cristandade das forças do demônio. Deste dia em diante, ele usou o medalhão do dragão, mostrando um dragão devorando a própria cauda, crucificado em uma dupla cruz. Vlad recebeu três mantos da ordem: verde, pelas escamas do dragão, vermelho, pelo sangue dos mártires, e preto, pelo mistério da paixão de Cristo, os quais ele vestia com orgulho.

Depois de cinco anos como protegido de Hunyadi, Vlad aprendeu tudo o que seu mentor podia ensinar, e fez preparações secretas para reconquistar sua herança. Menos de duas semanas depois da morte súbita de Hunyadi, Vlad atacou Vladislav II e recuperou seu trono.

Reinado do DragãoEditar

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O príncipe de vinte e cinco anos não perdeu tempo e tratou de consolidar seu poder na Transilvânia. Seu pai tentou servir dois mestres e acabou por não servir bem nenhum. Vlad estava determinado a evitar tal destino, jurando fidelidade somente a si mesmo e para o povo da Romênia. Rapidamente, ele reforçou suas alianças com o mundo cristão, pagou tributo ao sultão, incitou rebelião contra os turcos em suas bordas, colocou seu exército em forma.

Todas as forças ao seu redor, do imperador ao sultão, dos boyars locais aos Tzimisce, todos olhavam famintos para o príncipe ainda não testado. Sua ameaça mais imediata veio de seu próprio reino. Os nobres boyars, irritados com a presença de um príncipe de vontade forte no trono, criaram os mesmos problemas que haviam causado ao seu pai e ao seu avô. Eles haviam gastado gerações acumulando mais poder jogando os Draculs contra os Danestis, e preparavam-se para começar com Vlad a mesma estratégia.

Mas Drácula não esperou pelo movimento deles. Começou a caçar e matar os membros do exército privado de Vladislav II, e quaisquer herdeiros homens daquela linhagem que pudessem reclamar o trono. Neste ataque, conquistou um castelo fora de suas terras e o entregou para os turcos, já que não podia defendê-lo. Estes movimentos violentos pegaram a corte de surpresa, e atiçaram a política local consideravelmente.

Enquanto a corte estava desbalanceada, Vlad construiu uma poderosa força militar de mercenários leais somente a ele. Contratou homens de todos os grupos étnicos – mesmo turcos e ciganos – e ordenou que eles cooperassem uns com os outros. Ele os instruiu nos caminhos do combate cristão e muçulmano, e ensinou-os a arte da caça a vampiros. E recolheu os melhores entre seu exército recém formado e juntou-os em uma força de elite, seus leais “Machados”, e os transformou em mestres empaladores.

Quando os boyars mandaram um exército privado para matar Drácula, ele emboscou os usurpadores e matou a todos. Então Vlad convidou todos os nobres traidores para uma festa de Páscoa, jantou com eles em grande estilo, e perguntou a eles de quantos príncipes da Valáquia eles podiam se lembrar. Alguns se lembravam de até trinta. Drácula pôs a culpa da rápida sucessão de príncipes nas “intrigas vergonhosas” dos boyars. Ele chamou por seus Machados, que empalaram os nobres mais velhos e suas esposas, e acorrentaram os mais jovens.

As forças de Vlad marcharam com os jovens boyars para as montanhas, onde foram comandados a construir o Castelo Drácula. Suas belas roupas tornaram-se farrapos, e eles trabalhavam até morrer. Vlad preencheu as vagas abertas subitamente com suas tropas mais leais, elevando plebeus para posições de prestígio. Ele elevou mais plebeus a nobres que quaisquer outros governantes. Os boyars remanescentes nunca se recuperaram deste ataque, mas tornaram-se muito mais leais.

O Castelo, uma obra-prima da engenharia defensiva, que incluía um túnel secreto para as montanhas, violava expressamente tratados anteriores com o Imperador e o Sultão, que proibiam seus vassalos de defenderem-se de seus lordes. Como seu avô Mircea, o Grande, Drácula construiu uma linha de fortalezas para proteger-se da tempestade que viria do sul Islâmico. Ele também construiu pequenas fortalezas nas montanhas, e as carregou com provisões.

Ele conseguiu a lealdade do clero local com sua generosidade e amor ao ritual. Ele realizava grandes doações, fundou vários monastérios (completos com câmaras de tortura e túnel de fuga), e sempre concedia funerais cristãos às suas vítimas empaladas. Teve o cuidado de não desafiar os Tzimisce neste momento, mas enviou seus Machados para espiona-los. Mandou enviados para encontrar a vampira Durga Syn, mas não a encontrou.

Na corte, Drácula era um governante forte – era decisivo e não cedia a ninguém. Sua força de caráter ganhou a lealdade de suas tropas, os membros de sua Casa e o povo Romeno, que via nele muito de seu pai e seu avô. Ele pôs o bem-estar de seu povo como uma prioridade, sabendo que ele precisaria da benção do povo se quisesse sobreviver e florescer.

Com a sua base de poder interno mais segura, Vlad voltou-se para assuntos estrangeiros. Ele via o trono como uma máquina que esmagava e despedaçava príncipes com lealdades conflitantes. Mas Vlad seguiu o conselho de seu pai, e sabia o que esperar. Usou seus servos leais para desentocar os espiões do Sacro Império Romano, Império Otomano e nobreza Valaquiana, e fez com que eles recebessem informações falsas. Ele recebia inteligência vital de seus planos de seus próprios espiões e de seus companheiros na Ordem do Dragão, muitos dos quais eram príncipes e chefes de estado.

Vlad sabia que cada grupo de poder tentaria fazer dele seu vassalo, e resolveu resistir a todos. Ao invés de preparar-se para resistir à pressão inevitável que eles exerceriam sobre ele, ele virou a mesa, fazendo exigências imediatas a todos. Quando os diplomatas não as aceitaram, como ele sabia que fariam, ele os matou da maneira mais impiedosa, bizarra e sádica. Isto deu a ele uma reputação instantânea como um líder forte, e um homem com quem não se deve brincar.

Quando os Germânicos enviaram quarenta jovens para a Valáquia para “aprender a língua Romena”, Drácula perguntou a eles por que eles viajaram até ali para tal, quando eles podiam aprender Romeno na Hungria ou nas partes da Transilvânia que faziam fronteiras com as suas próprias terras. Eles não puderam dar resposta convincente, e foram todos mortos como espiões.

Os saxões germânicos na Valáquia levantaram-se para destronar Vlad, que então liderou uma série de ataques retaliatórios nas terras dos Saxões, empalando cada habitante que encontrou.

Quanto mais seus inimigos se aproximavam dele, mais as torturas tornavam-se elaboradas. Um Danesti rival chamado príncipe Dan III marchou com um exército privado até as terras de Drácula e comandou o povo a se levantar contra Vlad, acusando-o de vender-se para os turcos. Mas o povo Romeno era leal a Drácula pela sua recusa a pagar tributo ao Sultão, e a revolta falhou. Drácula fez Dan III cavar sua própria cova enquanto um padre lia a Missa pelos Mortos.

O último rival de Drácula pelo trono foi Vlad, o monge. Drácula incendiou todos os monastérios germânicos para desentoca-lo, e empalou toda a vila que o escondia.

Tudo isto levou ao maior confronto de todos, não com os turcos, mas com os vampiros. Drácula sabia que vampiros disfarçados freqüentavam sua corte, tentando colocar Danestis em seu trono. Ele manteve sua atenção nos vampiros, mas não os deixou saber que ele conhecia seu segredo.

Quando um jovem que lutava com a força de dez homens e ignorava ferimentos feitos com espadas interrompeu uma sessão de empalamento tarde da noite nas terras de Dan III, os Machados sabiam o que ele era e o que fazer com ele. Enfrentaram-no com lanças de madeira e o empalaram através do coração. Então levaram-no ao castelo Drácula, onde Vlad aprisionou o vampiro e bebeu de seu sangue, recebendo então uma força sobrenatural que atiçou sua paixão pela conquista. Ele premiou seus Machados leais com doses menores do sangue vampírico, e planejou seu glorioso futuro.

Esse é uma das razões do empalamento ser uma das formas favoritas de execução de Vlad. Ele sabia que teria de matar seus inimigos sobrenaturais sem inflamar medos supersticiosos na população. Os habitantes locais viveram por séculos com ataques de vampiros, e seriam aterrorizados se soubessem que Vlad os estava provocando. Drácula capturou mais três Tzimisce nesta época, e drenou-lhe o sangue também.

Apesar dos Tzimisce favorecerem os Danesti e desaprovarem o abuso que Vlad infligia aos seus neófitos, eles admiravam sua ousadia e recursos, respeitando-o mais do que outros aspirantes ao trono. Alguns queriam vingança e outros queriam Abraça-lo. Mas tendo o Clã acabado de se juntar ao Sabá, sua guerra contra os anciões os mantinha muito ocupados para ter algo mais que um interesse passageiro na audácia de Vlad.

Assim começou a fascinação de Drácula com sangue. Os membros de sua corte testemunhavam-no molhando seu pão no sangue de inimigos torturados. Muitos diziam que ele fazia isto para intimidar seus inimigos, mas ele havia realmente desenvolvido um gosto por sangue, mesmo o fraco sangue humano.

Com seu reino finalmente seguro de ameaças internas, seu flanco oeste seguro através de tratados e sua força pessoal segura por doses regulares de sangue vampírico, Drácula planejou sua guerra contra os turcos.

Queda do DragãoEditar

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Apoiado por um grande contingente de tropas Turcas, Radu disse aos boyars locais que eles poderiam livrar-se do poderoso Príncipe Drácula se eles o apoiassem. Os boyars instigaram um sentimento anti-Drácula com propaganda. Eles acusaram Vlad de tentar empalar todos na Valáquia, e pintaram uma figura de vida sob o domínio de Drácula como um constante estado de privação e guerra com os Turcos.

Apesar dos boyars apontados por Drácula permanecerem leais a ele, os mais velhos o traíram e permitiram que tropas turcas passassem pelas fortalezas e por cidades valaquianas da fronteira. Com suas fronteiras penetradas através de traição, Drácula encontrou seu castelo sob ataque. Sua mulher jogou-se para a morte da janela de uma torre para evitar o risco de ser capturada.

Vlad foi forçado a fugir seu castelo cercado através de um túnel secreto. Seus Machados e plebeus leais ajudaram-no a escapar para a segurança no norte, enquanto seu irmão traidor ascendia ao trono.

Sem suas tropas leais, e sem sangue fresco de vampiro, Vlad tornou-se fraco como qualquer mortal. Ele decidiu ir a Matthias, rei da Hungria e filho de Hunyadi, e pedir uma nova cruzada. Infelizmente, os europeus, divididos e lutando entre eles, não puderam chegar a um acordo. Estavam muito acostumados com seus mestres vampiros lhes dizendo o que fazer, mas a guerra Camarilla-Sabá forçou os Clãs a negligenciarem seus peões mortais para assegurar sua imortalidade. Conseqüentemente, a Europa viu seus líderes caírem em indecisão e futilidade.

Radu ofereceu uma recompensa generosa pela captura de Drácula, e o fraco rei aceitou. Ele atraiu Drácula para longe de seus Machados prometendo ajudar a recuperar seu trono. Uma vez isolado, Vlad foi capturado. Ele esperava que a Europa reagisse com indignação à sua captura e traição, mas isto nunca ocorreu. Os boyars germânicos espalharam uma campanha contra ele por toda a Europa, colocando-o no papel de sádico e louco, muito pior que os turcos.

Retiradas do contexto em que ocorreram, as ações de Drácula pareciam os trabalhos de um monstro. Porque “Dracul” significa tanto demônio quanto dragão em Romeno, os servos de Vlad o Monge convenceram os europeus que Drácula era um servo do Inferno e não um Cruzado pela Igreja. Para piorar, o Papa que admirava Vlad tinha morrido há pouco, não restando nenhuma autoridade para dizer a verdade.

Vlad sofreu muito no cativeiro e jurou retomar seu trono. Sem que muito tempo se passasse, Radu renegou suas promessas para o Oeste e permitiu que os turcos dizimassem a Valáquia. Matthias não teve escolha a não ser libertar Drácula da prisão e ameaçar recoloca-lo no trono. Quão logo o fraco Radu entrou em colapso frente às tropas da Moldávia, Drácula casou-se na família Hunyadi e assegurou poder suficiente para retomar seu trono pela terceira vez.

Vlad retornou para a Valáquia e encontrou o pequeno reino assolado por vampiros do Sabá. Sem um governante firme, anarquistas espalharam-se livres pela Transilvânia, caçando anciões temerosos. Drácula não teve dificuldades em capturar vampiros por seu sangue fresco. Ele rapidamente restaurou a força e resistência sobre-humana de seus Machados.

Vlad lançou novos ataques aos turcos, empurrando-os cada vez mais para fora de seu território. Mas seus triunfos não o satisfaziam mais. O gosto pela conquista militar começou a esvair-se. Seu cativeiro o forçou a contemplar sua mortalidade. O propósito de sua vida tornou-se mais importante que suas conquistas. Ele passou a ver a vida mortal como o mais breve dos flashes na história, e a vida vampírica como uma eternidade de autodescoberta.

Então enviou seus cavaleiros para encontrar Durga Syn, como seu pai ordenou. Tinha sido incapaz de encontra-la antes, mas estava determinado agora. Desta vez, ela inesperadamente veio até ele.

A misteriosa anciã disse ao príncipe ter seguido sua carreira com interesse, e os dois passaram um longo tempo conversando. Depois de ter aprendido aos pés dos maiores generais de sua época – Dracul, Murad e Hunyadi – estava feliz de tornar-se o protegido de uma pacificadora.

Usando o conhecimento adquirido com Durga Syn, ele espionou com sucesso tanto a Camarilla quanto o Sabá, e começou a manipular os manipuladores. Quando descobriu que os Tzimisce mandaram vampiros poderosos para mata-lo, ele informou aos Justicars, que então resolveram interceptar o grupo no caminho.

Depois de ambos os grupos terem se destruído em batalha, Vlad e seus Machados atacaram. Levaram os dois vampiros sobreviventes como prisioneiros. O mais poderoso entrou em torpor, mas o mais jovem, Lambach, ainda estava consciente. Drácula levou-os para a câmara de tortura no castelo Drácula, e acorrentou Lambach sobre uma grande estaca. Seus guardas tinham um mecanismo de peso que forçava a estaca contra ele ao menor toque. Drácula informou o vampiro sobrevivente que ele seria poupado se ele o transformasse em um vampiro e deixasse-o livre do laço de sangue. O desesperado Lambach concordou, e Vlad sentiu a terrível agonia e a doce paixão do Renascimento.

Drácula, recém saído da ressurreição vampírica, consumiu o sangue do vampiro ancião. Com seu recém descoberto poder, ele alimentou seus Machados com sua própria Vitae, que se tornaram seus carniçais. Mantendo sua palavra, Drácula libertou Lambach, e disse a ele que o Sabá deveria esperar por uma visita sua em breve.

Dragão ImortalEditar

Vlad3
Drácula começou a importar-se cada vez menos com as intrigas mesquinhas da corte do mundo mortal. Ele fingiu a própria morte e colocou uma marionete no trono da Valáquia. Durga Syn partiu, prometendo retornar de vez em quando.

Vlad passou tempos entre o Sabá e a Camarilla nos primeiros dias de ambos os grupos. Apesar de tecnicamente um Tzimisce, ele não jurava lealdade a nenhum Clã. Ele tendia a se juntar ao Sabá, preferindo a liberdade que pregava à sociedade presa a regras da Camarilla. Entretanto, ele apreciava a companhia dos sábios e pensativos vampiros da Camarilla mais do que os Membros selvagens e rebeldes do Sabá. Depois de ajudar a definir as cortes da Camarilla, ele deixou o grupo com desgosto. Disse a eles que estavam cegos aos perigos do Laço de Sangue e dos Antediluvianos. Ele trabalhou com o Sabá e combateu seus antigos aliados na Camarilla. Entretanto, ele trabalhou muito para atingir os objetivos do Sabá sem confrontar seus amigos mais próximos na Camarilla.

Logo chegou a um impasse lidando com os imprevisíveis anarquistas do Sabá, e os deixou. Os Paladinos que tentaram puni-lo por sair, foram guardados em um cofre-forte Sabá em pedaços não maiores que uma polegada.

Eventualmente, Drácula juntou-se à seita independente de respeitados vampiros anciões chamada Inconnu, que trabalhavam incessantemente para livrar os vampiros da necessidade de beber sangue. Em sua jornada por conhecimentos maiores, o grupo aliou-se a demônios. Mas Drácula sempre foi conhecido por trocar um mal por outro maior.

Através das eras, Drácula tornou-se menos obcecado por poder pessoal e mais preocupado em atingir a Golconda – o estado iluminado em que um vampiro se vê livre do Frenesi e da Besta. Quanto mais poder Vlad ganhava sobre outros, menos este poder o agradava, e mais ele desejava conquistar a si mesmo.

Via paralelos entre a Golconda e as tradições místicas islâmicas, cristãs, pagãs e ciganas que ele estudou em sua juventude. Acreditava que todos os seres podiam ver-se livres de seus demônios interiores, e jurou atingir tal estado.

Apesar de tentar existir anônimo, os esforços de propaganda de seus inimigos tiveram mais sucesso do que eles esperavam. Histórias do príncipe insano da Valáquia e suas estacas sangrentas espalharam-se por toda a Europa. Rumores do enigmático místico do Inconnu corriam pela comunidade vampírica também, rumores estes que contrastavam com as fábulas populares de sua crueldade lendária em vida.

Apesar de seus melhores esforços, Drácula não conseguia livrar-se de sua fama e tornou-se um alvo fácil para seus inimigos na Camarilla, no Sabá e na Inquisição. Quando ele começou a espalhar que os Antediluvianos eram uma ameaça à Família, os Clãs o atacaram através de seus peões humanos e vampíricos. Depois de juntar-se ao Inconnu no século dezenove, as marionetes humanas dos antigos progenitores vampíricos chegaram perto de destruí-lo. Mas Drácula os manteve afastados com um engenhoso esquema: tornou sua história de vida no mito do Drácula.

Agindo através de um estudioso Romeno, ele levou a rica história de sua vida ao novelista Vitoriano Bram Stoker. Inspirado por sua musa sombria, Stoker criou um conto viçoso de puro mal que explodiu na consciência de seu tempo. A história de Drácula tocou tão forte seus leitores que efetivamente dificultou os esforços de seus perseguidores.

Enquanto os vampiros eram lendas negras que se escondiam nas sombras da consciência cultural, os inimigos de Vlad conseguiam assistência dos cidadãos temerosos. Mas quando os mortos-vivos tornaram-se entretenimento popular, mesmo os mais ingênuos tornavam-se cínicos sofisticados. Na mente das massas, vampiros existiam em pesadelos e sombras e terrores noturnos. Mas um vampiro famoso visto em cada cinema era nada mais que uma diversão interessante e uma ficção que não poderia existir mesmo na hora mais negra. Mesmo os supersticiosos sentiam-se superiores a pessoas que seriamente procuravam um óbvio mito como Drácula. Onde antes seus inimigos encontravam um povo amedrontado e cooperativo, agora somente eram ridicularizados.

Ironicamente, pessoas educadas estão especialmente predispostas a desdenhar mesmo as provas mais concretas da existência de vampiros. Promovendo o mito do Drácula, Vlad fez mais para proteger a máscara do que qualquer outro de sua espécie.

Assim, em razoável segurança de seus inimigos, Drácula explorou a história mágica da Terra, encontrando criaturas que ele nunca imaginou existirem. Ainda hoje busca a iluminação e a liberdade da vasta escuridão que está em seu interior. Ele há muito se retirou do mundo dos homens, e agora busca respostas para os grandes enigmas dos mortais e da Família.

Alguns anciões clamam que Vlad completou sua jornada, e encontrou a paz que todos os Membros tão desesperadamente buscam. Outros dizem que ele ainda não atingiu a Golconda, mas está perto, mais que qualquer outro vampiro. Outros ainda pensam que ele está perdendo seu tempo até em pensar em tentar. E outros pensam que a Golconda é uma fronte para seu verdadeiro objetivo: a conquista dos Antediluvianos.

Drácula teme o retorno dos Antediluvianos e a subseqüente morte de seus filhos, e aconselha tanto a Camarilla quanto o Sabá através do Inconnu. Acredita que todos os grupos vampíricos vêem uma parte incompleta da grande figura, e estão perdidos até que a vejam como um todo.

Ficha de PersonagemEditar

Vlad Drácula, filho do dragão
Clã: Tzimisce
Senhor: Lambach Ruthven
Natureza: Visionário † / Penitente ‡
Comportamento: Tirano † / Tradicionalista ‡
Geração: 5º
Abraço: 1495 CE
Idade aparente: 40 anos
Físico: Força 4, Destreza 4, Vigor 4
Social: Carisma 4, Manipulação 5, Aparência 3
Mental: Percepção 4, Inteligência 5, Raciocínio 6
Talentos: Prontidão 4, Briga 3, Esquiva 4, Graça 3, Interrogatório 3, Intimidação 4, Intuição 2, Liderança 5, Estilo 3, Subterfúgio 7
Habilidades: Empatia com Animais 4, Arquerismo 3, Disfarce 3, Etiqueta 5, Armas Brancas 4, Performance 3, Condução 2, Furtividade 2, Sobrevivência 3
Conhecimentos: Acadêmicos 4, Conhecimento da Camarilla 4, Sabedoria Popular 3, História 5, Investigação 3, Linguística 6 (línguas europeias, orientais e mortas), Medicina 2, Ocultismo 5, Política 5, Conhecimento do Sabá 5
Disciplinas: Animalismo 6, Auspício 2, Celeridade 2, Dominar 4, Fortitude 3, Feitiçaria Koldúnica 5, Potência 3, Protean 4, Vicissitude 5
Caminhos de feitiçaria Koldúnica: Caminho da Terra 5, Caminho do Espírito 5, Caminho da Água 5
Antecedentes: Fama 5, Rebanho 5, Recursos 5, Lacaios 5
Virtudes: Consciência 2, Autocontrole 3, Coragem 4
Moralidade: Humanidade 3
Força de vontade: 8


Durante a Idade das Trevas
Durante as Noites Modernas

GaleriaEditar

ReferênciasEditar

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